When she was just a girl, she expected the world, but it flew away from her reach, so she ran away in her sleep..
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“Tá batendo saudade da gente amor. To sentindo falta daqueles nossos encontros às escondidas meu amor. Eu gostava daquele “ima” que nos obrigava a estar sempre perto um do outro.  Lembra quando você me mordia, e eu dizia te batendo que o odiava? Era mentira; amor era mentira, eu amava as mordidas, mesmo doendo, era gostoso; era uma dor suportável. Lembra de quando eu ficava de bico e fingia que você não existia quando tu me dava um novo apelido? Não acredita em nada daquilo, era só cena; por que toda a vez que eu fazia drama você vinha e me abraçava e dizia que me amava. Lembra de quando eu te botava pra fora do quarto quando a gente discutia e dizia pra tu nunca mais voltar? Não acredita em nada daquilo, era só medo de te perder por alguém, que provavelmente seria melhor do que eu. Lembra de quando o orgulho me dominava e eu sem pensar, te chutava pra fora de minha vida? Pois então, não leve a serio aquilo também, eu só estava mesmo carente, era lindo as coisas que me você dizia aos berros quando eu idiota por sinal, jogava suas roupas pra fora de casa. Lembra de quando eu deitava em seu colo aos prantos e dizia que não tava agüentando mais você e o mundo inteiro? Não acredita em nada daquilo também, era mais uma daquelas cenas com segundas e terceiras intenções. Amor vou te confessar uma coisa, eu adorava quando a gente brigava sério, sem mentira. As nossas reconciliações me faziam delirar, então, quando eu estava carente, eu já maquinava um motivo pra gente brigar. Mas amor o que aconteceu com o “a gente”? Nós brigamos como o meu – o nosso – script mandava, mas você foi embora, não voltou mais. Não to pedindo pra voltar, eu sei não vai ser a mesma coisa, então não volte se for pra ser diferente. Só queria dizer que bateu saudade, é bateu saudade daquilo nós éramos um para o outro.. só saudade.”- Objetivar

    “Tá batendo saudade da gente amor. To sentindo falta daqueles nossos encontros às escondidas meu amor. Eu gostava daquele “ima” que nos obrigava a estar sempre perto um do outro.  Lembra quando você me mordia, e eu dizia te batendo que o odiava? Era mentira; amor era mentira, eu amava as mordidas, mesmo doendo, era gostoso; era uma dor suportável. Lembra de quando eu ficava de bico e fingia que você não existia quando tu me dava um novo apelido? Não acredita em nada daquilo, era só cena; por que toda a vez que eu fazia drama você vinha e me abraçava e dizia que me amava. Lembra de quando eu te botava pra fora do quarto quando a gente discutia e dizia pra tu nunca mais voltar? Não acredita em nada daquilo, era só medo de te perder por alguém, que provavelmente seria melhor do que eu. Lembra de quando o orgulho me dominava e eu sem pensar, te chutava pra fora de minha vida? Pois então, não leve a serio aquilo também, eu só estava mesmo carente, era lindo as coisas que me você dizia aos berros quando eu idiota por sinal, jogava suas roupas pra fora de casa. Lembra de quando eu deitava em seu colo aos prantos e dizia que não tava agüentando mais você e o mundo inteiro? Não acredita em nada daquilo também, era mais uma daquelas cenas com segundas e terceiras intenções. Amor vou te confessar uma coisa, eu adorava quando a gente brigava sério, sem mentira. As nossas reconciliações me faziam delirar, então, quando eu estava carente, eu já maquinava um motivo pra gente brigar. Mas amor o que aconteceu com o “a gente”? Nós brigamos como o meu – o nosso – script mandava, mas você foi embora, não voltou mais. Não to pedindo pra voltar, eu sei não vai ser a mesma coisa, então não volte se for pra ser diferente. Só queria dizer que bateu saudade, é bateu saudade daquilo nós éramos um para o outro.. só saudade.”- Objetivar


    11 January⋅
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 “O ponto negro”
Certo dia, um professor chegou na sala de aula e disse aos alunos para se prepararem para uma prova-relâmpago.
Todos acertaram suas filas, aguardando assustados o teste que viria.
O professor foi entregando, então, a folha da prova com a parte do texto virada para baixo, como era de costume.
Depois que todos receberam, pediu que desvirassem a folha.
Para surpresa de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro, no meio da folha.
O professor, analisando a expressão de surpresa que todos faziam, disse o seguinte:
- Agora, vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.
Todos os alunos, confusos, começaram, então, a difícil e inexplicável tarefa.
Terminado o tempo, o mestre recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações em voz alta.
Todas, sem exceção, definiram o ponto negro, tentando dar explicações por sua presença no centro da folha.
Terminada a leitura, a sala em silêncio, o professor então começou a explicar:
- Esse teste não será para nota, apenas serve de lição para todos nós. Ninguém na sala falou sobre a folha em branco.
Todos centralizaram suas atenções no ponto negro.
Assim acontece em nossas vidas. 
Temos uma folha em branco inteira para observar e aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros. 
A vida é um presente da natureza dado a cada um de nós, com extremo carinho e cuidado. 
Temos motivos para comemorar sempre! 
A natureza que se renova, os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá o sustento. No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro!
O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, a decepção com um amigo.
Os pontos negros são mínimos em comparação com tudo aquilo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente.
Pense nisso!

     “O ponto negro”

    Certo dia, um professor chegou na sala de aula e disse aos alunos para se prepararem para uma prova-relâmpago.

    Todos acertaram suas filas, aguardando assustados o teste que viria.

    O professor foi entregando, então, a folha da prova com a parte do texto virada para baixo, como era de costume.

    Depois que todos receberam, pediu que desvirassem a folha.

    Para surpresa de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro, no meio da folha.

    O professor, analisando a expressão de surpresa que todos faziam, disse o seguinte:

    - Agora, vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.

    Todos os alunos, confusos, começaram, então, a difícil e inexplicável tarefa.

    Terminado o tempo, o mestre recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações em voz alta.

    Todas, sem exceção, definiram o ponto negro, tentando dar explicações por sua presença no centro da folha.

    Terminada a leitura, a sala em silêncio, o professor então começou a explicar:

    - Esse teste não será para nota, apenas serve de lição para todos nós. Ninguém na sala falou sobre a folha em branco.

    Todos centralizaram suas atenções no ponto negro.

    Assim acontece em nossas vidas. 

    Temos uma folha em branco inteira para observar e aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros. 

    A vida é um presente da natureza dado a cada um de nós, com extremo carinho e cuidado. 

    Temos motivos para comemorar sempre! 

    A natureza que se renova, os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá o sustento. No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro!

    O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, a decepção com um amigo.

    Os pontos negros são mínimos em comparação com tudo aquilo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente.

    Pense nisso!


    11 January⋅
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    11 January⋅
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    Pai e mãe: sabiam que dói quando vocês ficam jogando meus defeitos na minha cara? Que dói quando eu deixo de fazer uma coisa, e vocês falam que eu não presto pra nada ? Dói saber que vocês vêem todo dia na TV adolescentes que bebem, se drogam, matam, roubam, se matam, engravidam, e só porque eu fico no computador vocês me chamam de inútil? Dói saber que vocês não me aceitam como eu sou. Logo vocês, que me colocaram no mundo.

    11 January⋅
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    "

    Semana passada ouvi de um grande amigo uma grande verdade: “Chega uma hora na vida que você tem que abrir mão do selvagem dentro de você para manter amigos, empregos e constituir família. Ou você pode escolher ser um louco e viver sozinho.”

    No meu último emprego, quando pedi demissão, ouvi do meu chefe, também um grande homem em raras ocasiões: “Toda essa sua mania de ser louquinha e falar o que pensa, só vai te garantir um emprego fixo: banda de rock.”

    Acho que todos têm razão. E venho tentando, com orações dadas pela minha mãe desesperada com meu jeitinho nada meigo, yoga, terapia, sexo, pilates, mantras e muita conversa com amigos em geral, ser uma pessoa mais equilibrada.

    Uma amiga me disse: “Quem briga por tudo e quer medir poder com todo mundo, na verdade está tentando provar que não é um bosta, tá brigando consigo mesmo”.

    Pura verdade, quando minha auto-estima está em suas piores fases, é aí que a coisa pega: fico com mania de perseguição, acho que tá todo mundo querendo foder comigo, que existe um complô universal contra a minha frágil pessoa. Meu ataque nada mais é do que a defesa amedrontada de uma menina boba.

    Mas a verdade é que eu odeio o equilíbrio. Porra, se eu tô puta, eu tô puta! Se eu tô com ciúme, não vou sorrir amarelo e mostrar controle porque preciso parecer forte e bem resolvida. Se o filho da puta que senta do meu lado é um filho da puta, eu não vou fazer política da boa vizinhança, eu vou mais é berrar e libertar essa verdade de dentro do meu fígado: você é um grandessíssimo filho de uma puta! Se a vaca da catraca do teatro me tratou mal, eu vou mais é falar mesmo que ela é uma horrorosa que não vê pica há anos, ou melhor, que a última pica que viu foi do padrasto que a estuprou!

    O sangue ferve aqui dentro, e eu não tô a fim de transformá-lo num falso líquido rosa que um dia vai me dar um câncer. Eu não tô a fim de contar até 100, eu quero espancar a porta do elevador se ele demorar mais dois segundos, quero morder o puto do meu namorado que apenas sorri seguro enquanto eu me desfaço em desesperos porque amar dói pra caralho, quero colocar TODAS as pessoas do meu trabalho que falam “Fala, floRRRR!” ou “Precisamos disso ASAP” numa câmera de gás peristáltico.

    Eu sou antipática mesmo, o mundo tá cheio de gente brega e limitada e é um direito meu não querer olhar na cara delas, não tô fazendo mal a ninguém, só tô fazendo bem a mim. Minha terapeuta fala que eu preciso descobrir as outras Tatis: a Tati amiga, a Tati simpática, a Tati meiga, a Tati que respira, a Tati que pensa, a Tati que não caga em tudo porque deixou a imbecil da Tati de cinco anos tomar as rédeas da situação.

    Ela tem razão, mas é tão difícil ver todos vocês acordando de manhã sem nada na alma, é tão difícil ver todos os casais que só sobrevivem na cola de outros casais que só sobrevivem na cola de outros casais, é praticamente impossível aceitar que as contas do final do mês valham a minha bunda sentada mais de 8 horas por dia pensando o quanto eu odeio essa gente que se acha “super” mas não passa de vendedor de sabonete ambulante.

    É tão difícil ser mocinha maquiada em vestido novo e sapato bico fino quando tudo o que eu queria era rasgar todos os enfeites e cagar de quatro no meio da pista enquanto as tias chifrudas bebem para esquecer as dúvidas ao som de “Love is in the air”.

    Parem de sorrir automaticamente para tudo, humanos filhos da puta, admitam que vocês não fazem a menor idéia do que fazem aqui. Admitam a dor de estar feio, e admitam que estar bonito não adianta porra nenhuma.

    Eu já me senti um lixo de pijama com remela nos olhos, mas nunca foi um lixo maior do que me senti gastando meu dinheiro numa bosta de salão de beleza enquanto crianças são jogadas em latas de lixo porque a total miséria transforma qualquer filho de Deus em algo abaixo do animal.
    Mas eu não faço nada, eu continuo querendo usar uma merda de roupinha da moda numa merda de festinha da moda no meio de um monte de merdas que se parecem comigo. Eu quero feder tanto quanto eles para ser bem aceita porque, quando você faz parte de um grupo, a dor se equilibra porque se nivela.

    E eu continua perdida, sozinha, achando tudo falso e banal. Acordando com ressaca de vida medíocre todos os dias da minha vida.

    Grande merda de vida, você muda a estação do rádio para não reparar que a menina de dez anos parada ao lado do seu carro, já tem malícia, mas não tem sapatos. Você dá mais um gole no frisante para não reparar que a moça da mesa ao lado gostou do seu namorado, e ele, como qualquer imperfeito ser humano normal, gostou dela ter gostado.

    Você disfarça, a vida toda você disfarça. Para não parecer fraco, para não parecer louco, para não aparecer demais e poder ser alvo de crítica, para ter com quem comer pizza no domingo, para ter com quem trepar na sexta à noite, para ter quem te pague a roupa nova e te faça sentir um bosta e para quem te pede socorro, você disfarça cegueira.

    Você passa a vida cego para poder viver. Porque enxergar tudo de verdade dói demais e enlouquece, e louco acaba sozinho. Vão querer te encarcerar numa sala escura e vazia, ninguém quer ter um conhecido maluco que lembra você o tempo todo da angústia da verdade e de ter nascido. Você passa a vida cego, mentindo, fingindo, teatralizando o personagem que sempre vence, que sempre controla, que sempre se resguarda e nunca abre a portinha da alma para o mundo. Só que a sua portinha um dia vira pó, e você morre sem nunca ter vivido, e você deixa de existir sem nunca ter sido notado. Você é mais uma cara produzida na foto de mais uma festa produzida, é um coadjuvante feliz dessa palhaçada de teatro que é a vida.

    Você aceitou tudo, você trocou as incertezas da sua alma pelas incertezas da moça da novela, porque ver os problemas em outros seres irreais é muito mais fácil e leve, além do que, novela dá sono e você não morre de insônia antes de dormir (porque antes de dormir é a hora perfeita para sentir o soco no estômago).

    Você aceita a vida, porque é o que a gente acaba fazendo para não se matar ou não matar todos os imbecis que escutam você reclamar horas sem fim das incertezas do mundo e respondem sem maiores profundidades: relaaaaaaaaaaaaaxa!

    Eu não vou fumar, eu não vou cheirar, eu não vou beber, eu não vou engolir, eu não vou fugir de querer me encontrar, de saber que merda é essa que me entristece tanto, de achar um sentido para eu não ser parte desse rebanho podre que se auto-protege e não sabe nem ao certo do quê. Eu não vou relaxaaaaaaaaaaaaaaaaaar.

    A única verdade que me cala um pouco e, vez ou outra, me transforma em alguém estupidamente normal é que virar um louco selvagem que fala o que pensa, sem amigos e sem namorados, só é legal se você tiver alguém pra contar o quanto você é foda no final do dia.

    "

    11 January⋅
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    "Ai você faz lá as suas merdas, e deixa a garota por qual você lutou pra ter, ir embora. Olha ao seu redor. O que faz sentido? Uma tequila e duas vodkas? Ou então dois cigarros e uma taça de vinho? Caralho. Vai mesmo deixar a mulher da tua vida passar assim de bandeja? Não vai fazer nada para que ela fique? Ela está indo embora, e não volta. Ela não vai voltar. Me diz, o que faz sentido quando você acorda? Não me diga que são os passarinhos cantando na janela do seu quarto. Vai dizer que você não se sentia feliz ao ver o sorriso dela pela manhã? Vai dizer que o sorriso dela não era o mais bonito que você já viu na vida? Porra. Acorda. Tem muito marmanjo por aí, querendo a garota que te ama. E você aí, deixando ela passar, deixando ela ir embora, deixando ela tomar outro rumo. Pra quem você vai ligar ás 00h00 e dizer, “faz um pedido?” Pra quem? Pra pizzaria é que não é. Quem vai te fazer feliz? Essas garotas “Corrimão de quartel” que você encontra nessas baladas que você vai? Ou uma loira bem gostosa que fica sempre sentada em frente um bar, procurando um otário pra pagar a conta? Te garanto que feliz ela não vai te fazer, porque a tua felicidade era outra coisa. Tinha outro nome. Outro sorriso. Outro cheiro. A tua felicidade, era tua. E você vai lembrar que não é mais, você vai lembrar que a tua felicidade já arrumou outra felicidade. Quando você for atrás daquela garota chata, grudenta, que te telefonava de 15 em 15 minutos, que tinha ciúmes doentios de você, ela vai ter outro. E aí você perdeu. Você nunca vai se perdoar por ter perdido à. Você vai bater com a cabeça na parede e perguntar “porque?” E não vai ter resposta. Você vai bater na porta dela. E sabe quem vai atender? O outro. E você vai dizer “Cadê ela?” e ela vai responder. “Aquela otária de uns meses atrás? Foi embora.” E você, vai se jogar aos pés dela. Se jogar. Quem diria né? Um cara tão cabeça feita como você, rastejando por mulher. E você sabe que ela vai fazer? Rir da tua cara. Porque mulher é assim. Quando ama, ama pra caralho! Mas quando quer te foder… Fode a tua vida inteira. E sabe o que você vai dizer depois disso tudo? “Perdi a mulher da minha vida” É, você perdeu."

    11 January⋅
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    "Vê se você dá um abraço na sua veia e esquece das mágoas, antes de você ver ela deitada, vegetando sobre um colchão d’água. Dois minutos na vida faz diferença, um abraço e mais três palavras vale mais que você pensa. Bem que eu queria que as neuroses que eu tenho fossem só sair domingo com a minha mãe pra visitar minha vó, no fim foi com a vó que eu cresci e o que me faz gritar, é saber que a minha mãe tá longe demais pra nós visitar. E seja lá onde for, me olhe por favor. Não posso tocar sua pele, mas eu sinto seu amor. É foda, quando o sentimento se solta, você chora ao ver que já passou 10 anos e ela não volta. E você reclama se sua veia te manda ir no mercado, reclama se a cinta estrala, mesmo se você tá errado. Reclama se ela te abraça na frente dos aliados. Vai reclamar com Deus quando ela nem estiver do seu lado! Debruçado na janela eu penso em você, vejo o tempo ir passando, eu sonho com você… Eu choro por você… Se eu choro agora não é que eu sou fraco, é que eu tô me desmontando para depois juntar cada caco. Não é fácil olhar pra cama e ver sua mãe chacoalhando, despertando adulto num muleque de 7 anos. Eu fiz o que tava no meu alcance pra te salvar, só que na hora que aconteceu eu não tava lá. Tenho medo de falhar, medo que chegue no fim e eu não tenha alcançado o que você esperava de mim. Eu não vou culpar Deus, o mundo é dos espertos e lá no lugar dele eu também ia te querer mais por perto. Tudo que absorvi, o que contigo aprendi, é o que me fez ser homem muito antes de MC. Cada cintada nas pernas me fez aprender que eu tinha que ser calejado e forte pra viver sem você. E eu te dedico aqui minha melhor poesia, composta pela alegria de ser o seu filho e pela agonia de ver meu pai, que é meu herói, chorando, meu irmão gritando, minha vó entrando em pânico e a dor aumentava… E cada vez que eu caí nessa vida, quando eu sofri nessa vida, chamei por ti nessa vida e não te encontrava. Mas hoje eu sei que não fiz nada sozinho. A cada passo, a cada respiração você tava dentro de mim. Um vira-lata sem dono e sem lar, deixa a minha cama arrumada, qualquer dia eu vou aí te visitar…"

    11 January⋅
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    "Queria ver você sorrindo novamente, o seu sorriso me confortava. Sinto falta quando você se aproximava, eu me sentia diferente, meu estômago se comprimia, e me faltava ar. Você pegava na minha mão, como se tudo em volta de nós sumisse completamente e não importasse com o que ia acontecer. Se quiser ir embora, pode ir, você me pediu pra te deixar. Só não se esqueça daquele dia, eu estava la, não somente por estar, mas realmente por me importar com você. Mas é claro, um dia você irá pedir pra eu voltar, vai se declarar como num pedido de retorno. Mas eu não vou me render novamente, não vou olhar pro seus olhos e nem me render ao seu sorriso. —Então, pega tudo que é seu, meu coração, meu sorriso, meu olhar e vai embora porta a fora, mas se quiser voltar, eu estarei esperando por você, no mesmo lugar onde eu estava quando você foi embora."

    11 January⋅
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    "— Por que desistiu?
    — E você ainda me pergunta as razões? Não é óbvio? Quantas vezes eu tentei e não deu certo? Quantas vezes eu passei por idiota — e fui mesmo — pra nada? Quantas vezes eu quebrei a cara correndo atrás? Quanto tempo eu perdi esperando? Quantas portas eu fechei tentando abrir aquela única? Agora me diz se valeu a pena? Agora me diz se realmente vale se quebrar todo por algo que lá na frente nunca vai recompensar o teu cansaço? Eu desisti porque cansei. Eu desisti porque depois de um tempo a gente percebe que o nosso esforço a gente dá pro que vai recompensá-lo no final."

    11 January⋅
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    "

    Carta para um ex amor, O5/O5/2O11:

    Querido, você não sabe como sou grata pelos seus chifres. Como sou grata por ter falado coisas de mim, aliás inventado tudo aquilo dizendo que fez e o que não fez pro seus amiguinhos. Mas grata ainda sou, por ter ido embora e com os simples dizeres de ”Acabou, não gosto de você como antes. Quero terminar” Isso só mostra o quão incapaz você era de ter falado algo mais doloroso, que acabasse comigo afinal era isso que você queria. Acabar comigo, me deixar mal. Mas você não sabe que o que era teu, além do meu amor, esteve guardado esse tempo todo. E o pior ainda estar por vir. Não estou querendo ser vingativa, mas você vai provar do seu próprio veneno. Porque quem ajoelha, tem que rezar não é mesmo? Você, logo você que sempre disse que odiava atitudes infantis, que já era bem grandinho pra isso e aquilo, que já era um homem verdade. Percebi que não era. As atitutes que teve são de moleques, babacas por sinal. E vê se aprende dessa vez, que mulher não se conquista dizendo ”Você é tão gostosa, só tenho olhos pra você.” E que mina que tu pega numa noite, não vai querer teu telefone, muito menos teu endereço. Pois são bem espertinhas e sabem que homem de night, não vale nem o pão que come. Mas a otária maior nessa história fui eu, não nego. Apesar de eu ter chorado pela tua ida, hoje sorrio por estar bem longe de ti. E eu to cagando se fui chifruda ou não. Porque eu em parte, acho que chifres trocado não dói não é mesmo? Se eu fosse você, tomava mais cuidado ao passar por uma porta, pra não ficar preso. Ou ir numa casa que o teto é muito baixo, pra não bater com teus chifres. Agora se eu fosse tu ficava bem mais esperto com quem tu chama de amigo, ou melhor amigo. É só um conselho… De amiga, que um dia sua fui. Olha você por um tempo disse que me amava e eu burra como sempre, acreditei. Bom, mas você não sabe, só aceitei seu pedido de namoro por pena, pois todos diziam que você gostava realmente de mim e eu poderia ter mudar, te tirar dessa vida de ”cachorrão” pois bem, achei que tivesse conseguido… Mas nesse tempo, me apaixonei por você. Tentei te mudar pra tua melhoria, fiz esse favor por você e ainda me apaixonei. E o que no final levei em troca? Chifres. Mas sei que você perdeu, perdeu quem te amou de verdade, perdeu quem entrou na sua vida pra te completar. Mas foda-se, perdeu mesmo, não valorizou. Mas agora aprende, assim como eu tive que aprender. Chifre trocado não dói.

    "

    11 January⋅
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    "

    Mas para ser feliz, não é necessário tanta coisa assim (…)



    — Ei, você aí. É, você mesmo! Por favor, não para de me escutar, não, não vai embora, tenho uma coisa para lhe perguntar. Por acaso trombou com a felicidade no caminho até aqui? Creio que não, mas mesmo assim pergunto, não sabe meu desespero e ansiedade para encontrá-la. Tenho a procurado por tanto tempo, algumas vezes senti que estava no lugar certo e em um piscar de olho vi tudo desmoronar. Desculpe incomodá-lo, senhor, consigo ver a confusão no seu olhar de desentendido, mas eu realmente precisava conversar com alguém. Você não entende, não é? Já trombou com a felicidade nessas esquinas? Ah, eu já… foi o único momento em que pude sentir felicidade em existir. Eu sorria de uma forma tão intensa que até mesmo eu chegava a não crer nisso, a não crer no que estava sentindo. Com o tempo eu fui me acomodando, me acostumando a ser feliz. Mas isso não foi bom não, viu? Eu mal pude reparar que a felicidade ainda estava ali, que tudo chegava a quase ser perfeito e que eu não conseguia enxergar, cega pelas minhas reclamações e frustrações. Eu fui boba mesmo, senhor. Um dia me dei conta que havia perdido a razão de sorrir. Doeu na alma, chorei durante noite, tive vontade de dormir durante meses e acordar somente quando uma oportunidade de ser feliz estivesse batendo em minha porta mais uma vez. Eu não consegui fugir da realidade, não. Juro que tentei me esconder em qualquer caixa desocupada, mas acabava me deparando com a saudade no vazio delas. É assim que é a saudade, senhor. Vazia, simplesmente vazia. Muitos me disseram “tampe esse vazio com outras pessoas, procure novas razões para ser feliz”, mas não tinha solução, não. Eu descobri isso da pior maneira possível, e esta foi tentando todas as soluções que descobri com o tempo. Alguns diziam “deixa de drama menina boba, você não sabe o que é sofrer”. E estas pessoas, o que sabiam da minha vida? Nada, senhor. Simplesmente julgavam pelo que viam, mas ninguém entende a sua dor até senti-la. Pode não ser a pior dor já sentida por um ser humano, mas é a maior dor já sentida por mim, por esse coração que já se esforça pra bater, congelado, procurando por algo que possa simplesmente aquecê-lo e que me faça sentir novamente alegria em estar viva. Desde então venho procurando a felicidade em todos os lugares. Em capa espaço vazio e desocupado do meu coração, e nos preenchidos também. Nas pessoas que provavelmente poderiam ocupar os lugares vazios, nos lugares que me faziam bem e nos que não me faziam. Nos sorrisos forçados e nas piadas sem graça, nas lições da escola e no que eu fazia depois dela. Nos momentos com os amigos que já não me tinham mais gosto ou sentido, em um novo amor, em garotos de rosto bonitos e almas vazias, e em garotos de almas transbordadas e rosto não tão bonitos… não achei. Mas também não me sinto no direito de chorar e reclamar por isso, simplesmente por medo de ser taxada como fraca.
    Ambos passaram minutos em silêncios. Algumas trocas de olhares, alguns sorrisos desconfortáveis e outros meio forçados. Ela não entendia o porquê o senhor continuava ali, parado em sua frente apenas apreciando a sua reação trágica depois da falha procura por um motivo para sorrir. Uma lágrima escorreu de seus olhos grandes, distantes e tristonhos.
    — Chora mesmo, menina. Chora — disse o senhor com convicção —, porque é teu direito sofrer se machuca o teu coração, se te dói, se é tormenta. Chora porque o coração também está transbordando de mágoas, de palavras mal ditas, de amores mal sentidos, de promessas mal cumpridas, de uma vida mal vivida. Chora, coloca pra fora, chora até soluçar, até os olhos incharem, até não restarem mais lágrimas para serem derramadas. Borra a maquiagem, tome sorvete até você simplesmente não aguentar mais, durma até cansar de estar inconsciente, mas não esqueça de acordar no dia seguinte… com um sorriso no rosto, a propósito. Mesmo de coração ferido em um processo de cicatrização. Sorria, mesmo que seja forçado, mas não deixe de tentar fazer com que seja real. A felicidade? Não é onde ela está e sim o que ela é e no que você a transforma. Você pode transformá-la nas pessoas, nos lugares, nas lembranças, em qualquer coisa, mas a mais sensata solução é se transformar na própria felicidade. Se ame, menina. De fora pra dentro e não de dentro pra fora. Se ame pelo que é e pelo que deixou de ser. Pegue um espelho e encare a única pessoa que pode te fazer feliz verdadeiramente e você nunca mais precisará ser feliz pela metade outra vez."

    11 January⋅
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    "Eu era preguiçosa, falava palavrão e jogava vídeo-game, mas ainda sim, era uma menina.
    Eu sempre fui o tipo de garota preguiçosa, daquelas que acordam meio dia e ainda parecem um zumbi andando pela casa de tanto sono. Minhas primeiras ações ao levantar são colocar a pantufa, descer quase dormindo pela escada, pegar o controle e ligar a Tv. Claro que os programas do meio dia são chatos pra caramba, por isso dou mais uma cochilada, mas logo sou acordada pela minha mãe me chamando para o almoço. Ia almoçar depois de uns 15 minutos na mesa parecendo algum tipo de bicho devorador, eu subo as escadas correndo e logo vou me apoiar na mesinha do computador, ali mesmo eu permaneco por horas e horas, coloco meus fones no ouvido e adeus mundo. Minha rotina é mais ou menos isso, sempre as mesmas tarefas, os mesmos gostos e as mesmas manias idiotas. Eu sempre fui aquela garota considerada ”moleca” por todos, não sou muito feminista e prefiro morrer ao usar rosa. Nada contra a cor pink, mas ela me enoja, então prefiro manter distancia. Sempre fui fissurada em video-game e sempre era a melhor jogadora, meus primos sofriam na minha mão e odiava quando eles usavam o termo ”eu deixei você ganhar por que você é menina” nossa como aquilo que matava por dentro, nunca fui o tipo de menina mesquinha e nem frágil, sempre gostei de ser tratada igual a todos, e sempre odiei quando falavam que eu era sexo frágil. Sexo frágil, eu? Sou mais homem do que muitos homens por ai, vamos ser realistas, não estou querendo dizer que as mulheres são superiores, mas só pra lembrar quem é que fica 9 meses com um filho na barriga, e depois desse sofrimento todo ainda tem que aguentar a dor do parto? Quem é que sangra todo mês, e mesmo sangrando não deixa de fazer as coisas do dia-a-dia? Quem é que passa dias com uma cólica dos infernos e mesmo assim não deixa de sorrir? Acredito que sejamos nós, as mulheres. Então essa história de sexo frágil já deu o que tinha que dá e comigo essas coisas não colam. Eu falo muito palavrão porra, e foda-se quem acha isso feio. Minha mente é totalmente suja e 80% das coisas que falo, são besteiras sobre sexo. Sou menina e falo sobre sexo, acha errado isso? Foda-se, ou você acha mesmo que eu ainda acredito que vim da cegonha? Não sou boba, não nasci ontem. Sou apenas uma garota, não uma santa. Não sou perfeita, mas essa estória que mulher é mais fraca do que os homens já está ficando antiquada. E, eu não sei como, mas ainda há “seres” nesse mundo que se dizem homens, mas ainda acreditam que são melhores do que a mulheres. E, vocês mesmos, respondam, o que faz vocês acreditarem que os homens são melhores do que as mulheres? Não me diga que a mulher é fraca, pois nós somos as maiores vítimas da sociedade e mesmo assim continuamos em pé. Nem todas as mulheres estão interessadas em dinheiro, nem todas estão interessadas em beleza exterior. As mulheres de verdade estão apenas em busca de um pouco de amor. E, não importa se jogamos vídeo-game ou se falamos palavrão, nós não deixamos de ser mulher por isso. Por fora podemos ser frias, mas por dentro sempre há um coração bondoso, sempre pronto para uma nova paixão ou até mesmo para um novo amor."

    11 January⋅
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    "Meu tipo preferido de gente é aquela que espirra engraçado, que ri com a mão na barriga, que canta e dança qualquer música. Aquele tipo de gente que tropeça e finge que tá correndo, que sai de pijama na rua, que acorda rindo. Gente que não planeja tudo. Gente que pede licença, que diz “obrigado”, que pede desculpas, que chora assistindo filme. Aquele tipo de gente que é muito sincera, mas sabe quando e como falar, aquele que conversa olhando nos olhos. Aquela gente que diz que te ama, que mexe no cabelo dos outros, que lê as coisas no elevador, que conta piada, que joga conversa fora, que te organiza uma festa surpresa, um almoço ou um jantar surpresa… Aquele tipo de gente que te faz sorrir, que te faz sentir importante, que se importa. Aquele tipo de gente que não tem vergonha de ser feliz. Gente que gosta de gente!"

    11 January⋅
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    "Vem pequena, deita aqui no meu colo. Só deita e vai ouvindo, tá? Não gosto de te ver assim, com esses olhos exaustos de tanto chorar. O que você tem? Amor não correspondido? Problemas em casa? ou são seus amigos? Diz pequena, estou aqui pra te ouvir. Eu sei que tá doendo, mas tenha calma pequena, Deus só te coloca desafios pois sabe que você é capaz de superá-los. Você tem que ser forte. Tem que levantar a cabeça e enxugar essas lágrimas que insistem em cair. Se você não conseguir? Claro que consegue, e toda vez que te disserem o contrário lembra de tudo que você já passou, de tudo que teve que aguentar sozinha, e ainda continua de pé. Quando você se sentir fraca o bastante pra desistir de alguma coisa, lembra que eu vou estar ao seu lado, mesmo que você não me veja, mas no fundo tu vai me sentir. E enquanto isso pequena, vai pedindo pra Deus cuidar de você, vai pedindo, mesmo baixinho que Ele escuta. Se você já pode dormir? Claro que sim, bom que passa um pouco dessa sua dor. Boa noite pequena, se cuida. "

    11 January⋅
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    "Por que você olha tanto pro celular? Existe alguém no mundo, nesse momento, que poderia te ligar agora e te deixar feliz?"

    11 January⋅
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    Sobre mim
    Amanda, 14 anos. Ela era uma menian de estatura média, cabelos longos e escuros, que já foram maiores, e pele clara, mas que também já fora mais escura, porém, no inverno.. Ela costumava rir de tudo, isso fazia ela se sentir melhor e trazia as pessoas pra mais perto dela, e criava uma certa intimidade.. Mas ninguém sabia o que ela escondia por tras daquele sorriso, ninguém sabia o que ela realmente sentia e pessava.. Na verdade muitos diziam que sua vida era perfeita, seus pais eram divertidos e sempre participavam das festas e danças, além de só falarem besteiras.. Eram os pais dos sonhos de qualquer um! Mas não era a mesma coisa quando se tratava da convivência deles com ela em casa, mas isso não vem ao caso, voltando a falar dela.. Ela não fazia o tipo romântica e carinhosa, apesar de ser muito carente e adorar receber carinho, ela não sabia ser carinhosa, não foi criada assim, seus pais sempre foram meio ausentes.. Mas ela cresceu e aprendeu a conviver com isso, apesar de como consequência ela ter o péssimo hábito de se apegar demais aos seus amigos, o que a fazia sofrer com despedidas.. Ela tinha mania de se descrever na 3ª pessoa do singular, mania de morder a boca, alisar os cílios, passar a mão no cabelo constantemente, estalar os dedos a cada 5 minutos, morder a unha até quebrar e depois ficar com raiva, coçar a sobrancelha, rodar o brinco na orelha (sempre uma argola), sorrir para qualquer pessoa que olhasse pra ela, manis de observar as pessoas ao seu redor e tentar decifrá-las, apoiar o rosto nas mãos, mas sempre com as mãos na bochecha por medo de seu queixo ficar redondo, mania de olhar pro lado com cara de medo enquanto pensava, sentar sempre com pernas cruzadas e ficar mexendo os dedos do pé sem parar, ficava nervosa por coisas bobas e era paciente com coisas que outras pessoas não se controlariam, mania de apertar a boca com os dedos, mandar beijos a qualquer momento, colocar e tirar o cabelo de trás da orelha váriaz vezes, rir escandalosamente e no final puxar o ar tão forte que chegava tirar o fôlego de quem estivesse perto.. Mas sua maior mania era sonhar, uma menina insignificante no meio desse mundo imenso que tinha o sonho de mudar o mundo.. Ela tinha medo de falar o que sentia pros outros, medo de perder seus amigos e sua família, medo do que pensavam nela, pois por mais que ela falasse que não se importa, ela realmente se importava.. Mas enfim.. Ela era apenas uma menina que ainda tinha muito pra viver!
    Sobre o tumblr
    Apenas o lugar onde posso ser eu mesma!